Mónica Sintra Regressa ao Passado e Recorda os Tempos de Bombeira no Dia Internacional do Bombeiro



Celebra-se esta terça-feira, 4 de maio, o Dia Internacional do Bombeiro. Este motivo foi mais que suficiente para recordar a artista Mónica Sintra sobre o seu passado, nesta que é uma das profissões mais nobres. 


A cantora de música popular portuguesa partilhou imagens com a farda de bombeira e na legenda da partilha salientou a importância desta profissão para a sociedade e mostrou todo o seu orgulho por ter abraçado esta profissão um dia.

"Hoje é um dia que não podia deixar passar em branco. De todo. Celebra-se hoje o Dia Internacional do Bombeiro. Falamos de pessoas que põem a sua vida em risco para salvar os outros. Para salvar vidas. Para salvar histórias", começou por explicar a artista.

"A minha história cruza-se com a história dos bombeiros porque, como já tive oportunidade de contar muitas vezes, também eu já fui bombeira em Sintra. É uma experiência dura mas, sem dúvida, recompensadora.

Não consigo imaginar o meu carácter e a minha força sem ter passado por esta fase da minha vida. Os bombeiros merecem o nosso respeito. A nossa admiração. O nosso comprometimento. E, hoje, deixo aqui a minha humilde homenagem a estes guerreiros. A estas forças da natureza. Obrigada. E que continuem a lutar por nós. E que continuemos também nós, cada vez mais, a lutar pelos vossos direitos. Para sempre", fez questão de referir, com orgulho, Mónica Sintra.

Mónica Sintra já cantava quando ingressou nos bombeiros. Numa entrevista ao programa "Casa Feliz", em 2025, a artista falou sobre o seu percurso em detalhe.

"Comecei a cantar aos 13 anos, o meu primeiro trabalho foi em cassete. As pessoas acham que eu primeiro fui bombeira e que depois é que comecei a cantar, mas não. Eu misturei ali um bocadinho as coisas.

Eu já cantava quando entrei para os bombeiros, mas ainda não tinha saído o «Afinal Havia Outra». A minha saída dos bombeiros tem a ver com isso. Muitas vezes, estávamos em acidentes e as pessoas reconheciam-me. Queriam autógrafos e eu não podia porque estava ali numa situação diferente", confessou a artista.