Em entrevista recente ao jornalista Zane Lowe, Ed Sheeran voltou a comentar sobre um dos projetos mais íntimos e inusitados de sua carreira: o lançamento de um álbum póstumo. Batizado de Eject, o disco já está previsto em seu testamento e será cuidadosamente montado por sua esposa, Cherry Seaborn, após sua morte.
“Na verdade, está no meu testamento! E Cherry escolhe as faixas. Está tudo lá se eu for amanhã”, revelou o cantor, reforçando que a curadoria do projeto será feita com base em conversas entre os dois ao longo da vida.
Sheeran explicou que a ideia não é simplesmente juntar gravações antigas, mas sim preparar, ao longo dos anos, um material coeso e representativo de sua trajetória. Ele quer garantir que o lançamento tenha qualidade e propósito — e não pareça apenas uma coletânea aleatória. “A ideia é conversar com Cherry ao longo da vida sobre as músicas que mais gosto e selecioná-las em um disco”, afirmou.
Próximos capítulos da discografia
Além do projeto póstumo, Ed também está focado em um ambicioso plano de lançamentos em vida. Em uma conversa anterior com o apresentador Jimmy Fallon, o cantor revelou a ideia de uma série de 10 álbuns, organizados como símbolos e comandos de mídia:
“‘+’, ‘×’, ‘÷’, ‘–’, ‘=’, e aí ‘Play’, ‘Pause’, ‘Rewind’, ‘Fast-Forward’ e ‘Stop’”, detalhou.
Mesmo com um álbum chamado Stop previsto para o futuro, Sheeran fez questão de tranquilizar os fãs: ele não pretende encerrar a carreira tão cedo.
“Não estou dizendo que Stop será meu último álbum. Acho que provavelmente ainda farei música a partir daí, mas acho que… Tem que ser feito com o mesmo nível de cuidado e atenção. Eu amo o The Black Album, e é porque ele disse: ‘Esta é a última coisa que estou dando ao mundo.’”
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