Priscilla Presley, 80 anos, ex-esposa de Elvis Presley, foi alvo de um processo movido nesta quarta-feira (13) que a acusa de ter deliberadamente desligado os aparelhos de suporte à vida de sua filha, Lisa Marie Presley. A ação, avaliada em US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões), alega que a decisão teria sido motivada pelo desejo de obter controle total da herança deixada pelo “Rei do Rock”.
Segundo o site TMZ, Priscilla teria ordenado a interrupção dos cuidados médicos antes mesmo que Riley Keough, filha de Lisa Marie, pudesse chegar ao hospital para se despedir da mãe. A cantora morreu em 12 de janeiro de 2023, aos 54 anos, horas após ser internada devido a uma aparente parada cardíaca.
Um relatório do Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles apontou que a causa da morte foi uma “sequela de uma obstrução do intestino delgado”.
Em declaração ao TMZ, o advogado de Priscilla, Marty Singer, classificou as acusações como “difamação maliciosa” e “alegações fabricadas sem qualquer validade”, afirmando estar confiante de que o processo será arquivado.
O documento judicial também acusa Priscilla de ter ignorado sinais da doença da filha e de levá-la para consumir bebidas alcoólicas após a cerimônia do Globo de Ouro de 2023 — último evento público em que Lisa Marie apareceu, acompanhando a mãe na divulgação do filme Elvis, de Baz Luhrmann.
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