Tânia Laranjo encontra-se de férias, a desfrutar de uma viagem especial oferecida pela filha. A também jornalista Francisca Laranjo resolveu mimar a mãe com uma escapadinha a Roma, Itália.
"Fui até Roma porque, como sabemos, «todos os caminhos vão dar a Roma» - mas o meu foi em classe económica, pago pela minha filha Francisca, essa benfeitora renascentista que decidiu investir no meu descanso", começou por brincar a jornalista da CMTV ao contar aos seguidores por onde anda.
"Sempre ouvi dizer que os filhos são o futuro; no meu caso, são também a agência de viagens. Claro que «Roma não se fez num dia», mas eu vou tentar desmontá-la em quatro: e claro que irei ao Coliseu, para me sentir uma gladiadora moderna e lutar bravamente por um ângulo sem turistas", continuou.
Tânia Laranjo usou o seu sentido de humor apurado para fazer um roteiro de tudo o que pretende visitar na cidade.
"Na Fontana di Trevi, onde já passei duas vezes, ainda não atirei uma moeda para garantir o regresso - porque, sejamos francos, se é para depender da generosidade da Francisca, convém espera que a vida económica lhe seja mais sorridente. E como «em Roma, sê romano», vou gesticular como senadora indignada, comer como imperatriz decadente e atravessar ruas como quem acredita na vida eterna.
Mesmo assim, já fiz um desvio ao Vaticano - oficialmente por motivos espirituais, mas na prática porque ficava «já ali» e porque o uber era barato".
Por fim, a jornalista brincou com o facto de o hotel escolhido pela filha não ser do seu agrado. "O hotel onde ficamos é o único senão de deixarmos um filho escolher: nem mil Ave-marias nos salva", completou.
Numa outra partilha sobre a viagem a Roma, a jornalista escreveu:
"Fazemos do tempo o que quisermos - rasgamo-lo do relógio e devolvemo-lo à vida. Caminhamos sem destino, lemos o mundo nas fachadas gastas, observamos como quem aprende a respirar de novo. Viajar é a forma mais pura de liberdade: outras culturas a pulsar, línguas que dançam no ar, histórias que nos atravessam e nos transformam.
Ontem Lisboa, hoje Roma - eterna, crua, sublime. A cidade da carbonara, do cheiro a café forte ao amanhecer, das ruelas que ecoam passos antigos. O dourado do entardecer, o mármore a guardar séculos, as praças a vibrarem como corações abertos. Com a minha filha, com o outro eu. Sem pressas, sem horas. Só o agora, vasto e absoluto, onde cada instante fica".

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