Um caso ocorrido em Angra dos Reis está a gerar grande repercussão e debate nas redes sociais após relatos de que uma jovem teria apresentado sinais de vida durante o próprio velório.
A vítima foi identificada como Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos. Segundo familiares, o episódio aconteceu na madrugada de 13 de março de 2026, na Capela Mortuária do Frade.
O que dizem os familiares
De acordo com os relatos, durante a cerimónia, Caroline teria aberto os olhos e tossido, provocando pânico entre os presentes. Diante da situação, a família tentou buscar socorro imediato.
Ainda segundo os familiares:
-
Um profissional do SPA local teria recusado ir ao local
-
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado
-
A jovem acabou por falecer pouco tempo depois, antes da chegada da equipe
A família acusa negligência médica, alegando que Caroline não estaria morta, mas sim em estado de coma no momento em que o óbito foi declarado.
Versão oficial
Por outro lado, a Prefeitura de Angra dos Reis apresentou uma versão diferente. Em nota, informou que a jovem deu entrada no Hospital Municipal da Japuíba em estado grave e morreu no dia 12 de março às 16h20.
Segundo o comunicado:
-
A causa da morte foi insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas
-
O óbito foi confirmado por avaliação clínica e eletrocardiograma
-
Foram realizadas tentativas de reanimação sem sucesso
As autoridades também explicaram que os sinais observados durante o velório podem ser resultado de espasmos cadavéricos ou reflexos pós-morte, fenómenos raros que podem ocorrer mesmo após a morte confirmada.
Um caso que divide opiniões
O episódio gerou forte comoção e dividiu opiniões nas redes sociais. Enquanto muitos questionam a possibilidade de erro médico, outros apontam para explicações científicas relacionadas ao corpo humano após a morte.
A família já informou que pretende levar o caso à Justiça, buscando esclarecimentos e eventual responsabilização.
Reflexão
Casos como este reforçam a importância de protocolos rigorosos na confirmação de óbitos e também mostram como situações raras podem gerar dúvidas e desconfiança.

Sem comentários:
Enviar um comentário