A Primeira-Dama de Moçambique, Gueta Selemane Chapo, anunciou que irá custear as despesas de transladação e exéquias de Helda Muianga, a cidadã moçambicana que perdeu a vida em Portugal vítima da tempestade Kristen. O gesto surge após o clamor sobre os elevados custos logísticos para o retorno da urna ao país.
O drama da família de Helda Muianga, interrompido tragicamente pela fúria da tempestade Kristen em solo português, teve um novo capítulo esta terça-feira. Através de um comunicado de imprensa emitido pelo seu gabinete, a Primeira-Dama da República, Gueta Selemane Chapo, manifestou a sua "profunda consternação" e comprometeu-se a viabilizar o regresso do corpo à "terra-mãe".
Segundo o comunicado oficial, o processo de transladação de Portugal para Moçambique está orçado em, pelo menos, 340 mil meticais.
Para além do transporte aéreo, a Primeira-Dama assumiu o compromisso de cobrir as despesas inerentes à transladação internacional, os custos dos serviços fúnebres a realizarem-se em solo pátrio e o apoio logístico para garantir uma "despedida condigna" à falecida.
Embora o apoio financeiro venha agora do gabinete da Primeira-Dama, o caso já estava sob o radar do Estado moçambicano. A representação diplomática de Moçambique em Lisboa tem vindo a acompanhar os trâmites legais e administrativos, trabalhando em coordenação com as autoridades portuguesas para agilizar o envio dos restos mortais.

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