REVIRAVOLTA! João Menezes De "O Agricultor" Alvo De Queixa Crime Após Conflito Por Causa Do Filho



Parece já que é um caso com 'pano para mangas', e que continuará a dar que falar. João Menezes, de 'Quem Quer Namorar com o Agricultor', vive uma situação muito delicada com o filho mais velho, Manuel, de apenas 19 meses, fruto do seu relacionamento com Soraia Moura Lopes, que conheceu na versão 'Tudo Por Tudo', do mesmo formato.


Como denunciou no final desta semana, tudo se trata de uma situação vivida na creche onde estava a criança, com o ex-participante a ter feito uma queixa contra a instituição... mas cuja situação está longe de ser resolvida.


Recentemente, o agricultor voltou a falar sobre o assunto, deixando ainda acusações mais graves. Segundo o próprio, e na sequência destas que teriam sido as suas queixas, João e Soraia acabaram mesmo com um problema com a CPCJ (Comissão Nacional para Proteção de Jovens e Crianças).


"(...) Se deixássemos o nosso filho no dia seguinte na instituição iria solicitar a intervenção da CPCJ alegando abandono de menor. Resumindo, o meu filho foi expulso da creche e nós rotulados como pais discriminatórios, com uma punição exemplar", declarou.


Certo é que agora, segundo o jornal 'Correio da Manhã', que esteve à fala com elementos da instituição em questão, é dito que João Menezes terá, alegadamente, feito "injúrias e ameaças" à diretora da creche, o que motivou uma queixa na GNR.


É dito, pela publicação já citada, que ao saber da decisão de suspenção do contrato escolar do filho, João Menezes ter-se-ia mostrado "alterado", tendo começado "a ameaçar e a difamar aos gritos" a diretora, "com expressões muito agressivas".


Na queixa à GNR, a responsável pela instituição afirma "estar com medo do suspeito", que este "só não a agrediu porque a esposa o agarrou" e que está com "medo de ir para o seu local de trabalho", pode ler-se.


O 'CM' aponta ainda que o descontentamento de João Menezes para com a instituição se prendeu com o facto deste "nunca ter aceitado que a creche tivesse empregado uma funcionária surda ao abrigo de um estágio de Inclusão Social a pessoas com deficiência". "Ele dizia que essa pessoa era agressiva, mas isso não é verdade, até porque ela só faz trabalho de lavandaria e não tem qualquer contacto com as crianças".