Morte De Clara Pinto Correia Reabre Processo Para Despistar Hipótese De Crime




A morte de Clara Pinto Correia, nos inícios de dezembro do ano passado, deixou muitos em choque, principalmente por se saber que a escritora, de 65 anos, foi encontrada morta na sua própria casa, em Estremoz, no Alentejo.


Devido à situação, o corpo da também bióloga e professora universitária foi autopsiado. Como avançaram vários meios de comunicação, "foi uma paragem cardíaca a ditar o óbito", mas não foi possível "responder a todas as perguntas da família sobre o que terá acontecido" - algo que só poderá acontecer com os exames toxicológicos.


Entretanto, e já mais de um mês do sucedido, o falecimento da escritora continua a ser alvo de discussão, muito à base de um certo "mistério" pela forma como Clara Pinto Correia foi encontrada. Isto numa altura em que, segundo uma amiga próxima, a própria estaria a preparar-se para sair da sua casa, devido a uma ordem de despejo.


A edição desta semana da revista 'TV Guia' traz mais detalhes sobre a atual situação, garantindo mesmo que a morte da escritora estará a ser "averiguada", estando sob "investigação".


Em concreto, diz-se que o Ministério Público do Tribunal de Estremoz, onde vivia a professora universitária, abriu um inquérito à sua morte, isto para que se despistem quaisquer hipóteses de crime.


Ao mesmo tempo, e enquanto se aguardam os resultados dos exames, a investigação pretende entender se esta ingeriu voluntariamente alguma substância medicamentosa ou de outro cariz, que originou o seu fim.


Recorde que se falou que Clara Pinto Correia terá sido vítima de uma paragem cardiorrespiratória, mas quer-se agora entender se a sua morte poderá envolver "algo mais complexo", aponta a publicação já citada.