As recentes declarações de José Castelo Branco sobre a relação com Betty Grafstein foram um dos temas do 'Passadeira Vermelha', da SIC Caras. Filipa Torrinha Nunes foi uma das comentadoras a tecer duras críticas ao socialite, que é acusado de violência doméstica.
“Eu não acredito numa palavra, numa vírgula, daquilo que o José Castelo Branco diz. Mas mesmo que ele até estivesse a ser sincero, há aqui uma coisa que é básica: o desconhecimento da lei não justifica o seu incumprimento. Há uma coisa que é a violência doméstica e está na lei, é bastante objetivo, e ele está a ser acusado de coisas também bastante objetivas. Não é só um dia ou outro por um batom contra a vontade da Betty. Estamos a falar de violência física, violência psicológica. (...) Estamos a falar de um conjunto de atos de violência prolongada no tempo e isto é bastante óbvio", disse.
"Mesmo que ele estivesse a dizer uma verdade qualquer com estas frases, essa verdade não pode ter qualquer peso porque é absurda considerando este contexto legal em que ele se encontra. Portanto, parece-me que é óbvio a forma como ele tenta fazer uma campanha eleitoral a favor dele. Isto é uma campanha absoluta que está a fazer a favor dele, a fazer com muitas armas e com alguma capacidade - e está a ter algum impacto, a verdade é essa", acrescentou.
E continuou: "É uma campanha que, para mim, é suja, é baixa, até porque nós conseguimos ver aqui nestas frases, muitas vezes, implícita esta posição da sua vontade. (…) Isto não tem nada de empático porque não tem a presença da vontade da Betty. (…) Por todas as razões e mais um par de botas, juntando também aqui os posts que ele continua a ter com ela, isto revolta-me. Eu sinto-me, pessoalmente, insultada por ter de ser confrontada com este tipo de discurso porque é idiota este tipo de discurso. Este tipo de formulação de idéias não faz qualquer sentido. Agora, antes, no início do processo, sempre.”

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