A cidade e a província de Maputo voltam a ressentir-se da falta de combustíveis, com a escassez de gasóleo e gasolina a fazer-se sentir novamente junto dos postos de abastecimento.
Questionado sobre as causas do problema, o Presidente do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Agostinho Langa Júnior, empresa que gere os três principais terminais de combustíveis do país, admitiu não compreender as razões que estão na origem da actual falta de gasóleo e gasolina no mercado.
Na sua explicação, Langa Júnior atribuiu a responsabilidade pela situação às gasolineiras, sugerindo que o problema não estará relacionado com a capacidade de recepção e descarga de combustíveis nos terminais sob gestão da CFM, mas sim com a actuação das empresas distribuidoras.

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