Esqueça os sprays nasais por um momento. A ciência revela que o sexo e a ejaculação podem ser os melhores aliados naturais contra os sintomas das alergias.
Com a chegada da primavera e do verão, chega também o pesadelo de milhões de portugueses: as alergias sazonais. O cenário é comum — olhos chorosos, espirros constantes e uma corrida desenfreada às farmácias em busca de sprays nasais e anti-histamínicos. No entanto, um estudo científico recente sugere que a solução para estes sintomas pode não estar numa prateleira de farmácia, mas sim entre os lençóis.
O estudo da Universidade de Medicina de Tabriz
Investigadores da Universidade de Medicina de Tabriz, no Irão, defendem que a atividade sexual frequente pode ser uma das formas mais eficazes e naturais de mitigar o desconforto causado pelo pólen e outros agentes alérgenos. Segundo a pesquisa, o ato sexual promove uma resposta fisiológica que ajuda diretamente na desobstrução das vias respiratórias.
A ciência por trás da ejaculação
Para os homens, os benefícios parecem ser ainda mais evidentes. De acordo com o especialista em alergias Max Wiseber, em declarações ao jornal The Telegraph, a ejaculação desempenha um papel fundamental no alívio do mal-estar. O processo liberta substâncias que ajudam a reduzir o inchaço dos vasos sanguíneos no nariz, o que, por consequência, desentope as narinas e trava o lacrimejo excessivo.
É uma forma de “limpeza” interna que o corpo realiza durante o pico do prazer, funcionando como um descongestionante natural de ação rápida.
Prazer sim, mas com cautela médica
Apesar de ser uma alternativa bem mais agradável do que os métodos tradicionais, os especialistas deixam um alerta importante. O sexo funciona como um paliativo para sintomas ligeiros e moderados. “Caso a alergia seja grave, as pessoas devem consultar um médico ou farmacêutico e, se necessário, tomar a medicação adequada”, adverte Wiseber.
Portanto, da próxima vez que sentir o nariz entupido por causa do pólen, talvez valha a pena considerar uma abordagem diferente antes de recorrer aos comprimidos. A ciência, pelo menos, dá-lhe o pretexto perfeito para ser mais ativo na cama durante esta estação.

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