Caso Aaron Carter: Clínica de Los Angeles Faz Acordo com Família do Cantor



A família do falecido Aaron Carter e a clínica psiquiátrica de Los Angeles que prescreveu Xanax ao cantor antes da sua morte, em 2022, chegaram a um acordo num processo por homicídio culposo.


Nos documentos judiciais apresentados na terça-feira, dia 12 de maio, e a que foram obtidos pela People, os familiares do cantor afirmam que a Amen Clinics e um de seus psiquiatras, John Faber, irão pagar uma "quantia confidencial" como "resolução completa e definitiva" do processo.

Não se sabe o valor ao certo, mas indicaram que está dentro da indenização pedida pela família de Aaron Carter, que era inferior a 325 mil dólares (quase 280 mil euros).

A Rolling Stone relata que a família alegou que dois médicos e duas farmácias "prescreveram em excesso" e administraram "quantidades excessivamente elevadas e com uma frequência irrazoável" de Xanax. Por sua vez, os acusados alegam que cumpriram os padrões de cuidado na prescrição de medicamentos, argumentando que a morte do artista "foi causada pela inalação de gás difluoroethane" e não foi causada por qualquer alegada neglicência da sua parte, de acordo com os documentos a que a People teve acesso.

De recordar que Aaron Carter foi encontrado já sem vida em sua casa, em Lancaster, na Califórnia, no dia 5 de novembro de 2022. Tinha 34 anos.

Na altura, fontes relataram à People que a pessoa que cuidava da casa do artista encontrou-o na banheira. Outras fontes comentaram que acreditavam que o cantor teria perdido a consciência e afogou-se acidentalmente. Posteriormente, quando foi revelada a causa da morte, foi mencionado que Aaron Carter ingeriu medicamentos sujeitos a prescrição e, ao mesmo tempo, inalou uma substância.

O Los Angeles County Medical Examiner explicou, na época, que o cantor ter-se-á afogado na banheira de sua casa depois de ter tomado alprazolam - um genérico do Xanax - e de ter inalado Difluoroetano.