O processo de assédio sexual movido por Blake Lively contra o ator Justin Baldoni, com quem contracenou no filme "Isto Acaba Aqui", foi encerrado pelo juiz antes de chegar a julgamento.
A decisão foi tomada esta quinta-feira, 2 de abril, pelo juiz federal do Distrito Sul de Nova Iorque, Lewis J. Liman.
O magistrado rejeitou a maioria das alegações da atriz (10 de 13) incluindo assédio, difamação e conspiração, mas permitiu que outras alegações como quebra de contrato e duas relacionadas a retaliação, prosseguissem para julgamento.
O caso segue agora para julgamento a 18 de maio.
Recorde-se que em dezembro de 2024, Blake Lively, entrou com um processo contra o colega alegando que ele a submeteu a assédio sexual e que este, em conjunto com a sua equipa (alguns também eram réus neste processo), planearam uma campanha difamatória em forma de retaliação de forma a "destruir" a sua reputação em relação ao filme "Isto Acaba Aqui".
Lively pedia uma indemnização superior a 160 milhões de dólares e Baldoni negou as acusações.
Posteriormente, Baldoni entrou com outro processo de 400 milhões de dólares contra a protagonista de "Gossip Girl", o seu marido Ryan Reynolds, a assessora de imprensa Leslie Sloane e a empresa de relações públicas de Sloane, alegando difamação e quebra de contrato. Porém, o caso foi arquivado pelo mesmo juiz em junho de 2025.
Nas alegações sobre o alegado assédio sexual, a advogada da atriz, Esra Hudson, argumentou que a conduta de Baldoni foi "constantemente inadequada e ultrapassou limites", referindo que ele, que também era o realizador da película, introduziu material sexualizado não previsto no guião, incluindo uma cena de um parto e uma dança na qual ele supostamente "acariciou" a atriz.
Hudson explicou ainda que a artista sofreu retaliações depois de expressar as suas preocupações.

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