Jorge Corrula não ficou indiferente às polémicas palavras de Cristina Ferreira sobre uma jovem que foi, alegadamente, violada por quatro adolescentes.
O ator juntou-se a nomes como Iva Domingues, Melânia Gomes, Bruno Nogueira, Tânia Laranjo, entre muitos outros, para dar a sua opinião pública sobre o sucedido.
O artista fez um vídeo, que fez questão de referir, "sem ódio", onde criticou a intervenção da apresentadora e confessou ainda que o comunicado que ela fez esta quinta-feira foi ainda pior.
"O que me move não é ódio, nem é a inveja, é uma coisa muito chata que se chama consciência e sentido de responsabilidade de ser pai de duas filhas. Ser pai de duas mulheres. Não foi uma simples pergunta, o que tu fizeste foi uma pergunta retórica, é uma capacidade argumentativa que se tem de se formular uma suposta pergunta com uma opinião subentendida muito clara, uma opinião objetiva.
Tu manifestaste a tua opinião que teve como resultado desculpabilizar os agressores. O que é que é grave no meio disto tudo? Tens a capacidade - feliz ou infelizmente - de influenciar uma série de pessoas e essas pessoas tem que saber que não está certo e que o que disseste está profundamente errado. É triste, é grave e não é assim que este tema deve ser abordado. Não é assim que este tema deve ser abordado, e como pai de duas mulheres não consigo ficar calado", explicou Jorge Corrula.
"Este teu comunicado é ainda pior porque podias ter consciência de que erraste ou ter alguém contigo com bom senso e fazer um comunicado a corrigir o erro e isso seria uma grande lição. Por outro lado tem este lado positivo de colocar uma série de pessoas a discutir qual é que é o papel do agressor e da vítima no meio disto tudo. Obrigado por isso, só por isso", referiu, por fim.
Cristina Ferreira recorde-se, pronunciou-se sobre esta polémica, referindo:
"Seja como for, independentemente da interpretação que cada pessoa possa ter retirado das minhas palavras, nunca tive qualquer intenção de justificar o alegado comportamento em causa. Muito menos, tive intenção de diminuir o sofrimento da alegada vítima".

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