Influencer Emilie Kiser Revela Como Perdoou O Marido Após A Morte Trágica Do Filho



Emilie Kiser, uma influenciadora com dois milhões de seguidores no TikTok, falou sobre a morte do filho Trigg, de apenas três anos de idade, depois de se ter afogado na piscina da sua casa. 


Em resposta a uma seguidora que a questionou como é que ela "conseguia perdoar o marido", que estava em casa no momento do acidente, a criadora de conteúdos digitais explicou que a terapia a ajudou a apaziguar o sentimento de revolta contra o companheiro.

"Todos merecem perdão", reconheceu Emilie. "Todos merecem amor, empatia e perdão. Tu não te recuperas da perda, aprendes a conviver com a dor. Muita terapia, e de forma contínua. E deixar de lado a opinião dos outros, algo com que a terapia ajuda", admitiu Emilie.

Anteriormente, Emilie já tinha defendido o companheiro quando alguém nas redes sociais a questionou se ela não estava "com raiva" dele: "Na verdade, o amor incondicional por ele e pelo Trigg é algo que nos ajudou a aproximarmo-nos ainda mais", referiu.

"Uma das coisas mais difíceis destes últimos dez meses, embora seja impossível escolher apenas uma, é ter que viver sem ele. Algumas pessoas podem ler isso e achar óbvio, mas é uma montanha que tenho que escalar todos os dias. Acordar sem ele ao meu lado, não poder conversar com ele todos os dias, não poder ver o seu sorriso perfeito e muito mais", disse ainda.

Recorde o que aconteceu

Foi a 12 de maio de 2025 que a vida de Emilie Kiser e do marido Brady Kiser, desabou. O filho de ambos, Trigg, de apenas três anos, caiu na piscina da casa de família, em Chandler, no estado do Arizona, e acabou por morrer dias depois já no hospital.

O menino foi encontrado pelo pai dentro de água e a mãe não se encontrava em casa nesse momento. Segundo a investigação, Trigg Kiser estava "a brincar perto da piscina desprotegida e sem saber nadar". 

"Está claro no vídeo que ele não entrou para a água de forma intencional, mas tropeçou e caiu enquanto brincava com uma cadeira insuflável. [...]", pode ler-se no relatórios das autoridades. 

A criança ficou sem supervisão durante nove minutos, facto que podia ter levado Brady a ser condenado por abuso infantil por ser o adulto responsável pelo menino no momento do acidente. Tal não vai acontecer porque o Ministério Público do Condado de Maricopa não o acusou.