Inês Herédia Desabafa Sobre Fase Difícil Em 2026: "Somos Todos Tão Frágeis"



A actriz Inês Herédia partilhou uma galeria de imagens onde mostra os bastidores do seu novo projeto, a novela "A Madrasta", da TVI.  Esta que é a nova aposta do canal de Queluz de Baixo para a ficção nacional E conta com nomes como Albano Jerónimo, Matilde Reymão, Fernanda Serrano, Sérgio Praia, Nuno Pardal, entre muitos outros.


A passar uma fase mais delicada da sua vida, a artista encontrou nos colegas um apoio, tal como fez questão de mencionar na sua mais recente publicação no Instagram.

"2026 não está a ser um ano fácil. Nada fácil. Mas as alturas em que temos mais consciência de que cada um de todos anda a travar batalhas lixadas lá dentro, são sempre as mais bonitas. É como se de alguma maneira, cada gargalhada fosse mais valiosa ainda. Somos todos tão frágeis, e isso é tão forte", relatou a atriz. 

Inês Herédia mencionou também os filhos, Luís e Tomás, fruto da sua relação, entretanto terminada, com a produtora Gabriela Sobral, referindo que os dois a fazem ver o melhor da vida.

"Tenho a sorte de ter dois bonecos perfeitos que me lembram disso todos os dias, mas poder viver isso no trabalho também, é tão bom. Tenho sido mesmo feliz aqui. E sim, é uma novela, go figure", confessou também.

Inês Herédia denuncia práticas de conversão sexual: "A minha psicóloga"

Recorde-se que na passada semana, a atriz recorreu à mesma rede social para se pronunciar sobre uma notícia do jornal Público que referia que a Assembleia da República tinha recebido uma petição com 17 mil assinaturas que propõe o "fim da ideologia de género" e a revogação da lei que criminaliza as práticas de conversão sexual para pessoas LGBT+, onde assumiu que tinha passado por uma experiência traumática. 

"Bom, nunca falei publicamente sobre isto porque não foi necessário e porque não tinha a distância necessária. Estou no entanto, inteiramente disponível para testemunhar em primeira pessoa ao nosso Parlamento o que é ser alvo de uma prática destas. Posso também levar os exercícios que a minha psicóloga me fazia, guardei as folhas todas. E convidamos estas 17.000 pessoas a fazerem cada um deles. Numa espécie de «Hunger Games» para ver quem chega ao fim de pé. É MUITO sério e MUITO silencioso. A OMS pronunciou-se e a lei acompanhou. Não dá para voltar atrás nisto", referiu Inês Herédia.