Sara Carbonero enfrenta uma das fases mais complicadas da sua vida. A jornalista espanhola perdeu a mãe, Goyi Arévalo, no passado dia 13 de abril, depois de uma luta contra uma doença prolongada.
Nas redes sociais, a comunicadora fez questão de escrever uma carta de despedida para uma das pessoas mais importantes da sua vida, onde mostrou também várias fotos ao lado da mãe, com quem mantinha uma relação cúmplice.
"Como sinto a tua falta, como dói…Não consigo encontrar nenhum sentido ou direção, mãe… Aqui estou eu, a tremer enquanto escrevo as linhas mais difíceis da minha vida.
E faço isso por ti, porque sempre me dizias para escrever mais, que adoravas ler-me, estavas sempre a incentivar-me. Na verdade, eu fazia tudo por ti, mãe. Para que tu te orgulhasses, para te fazer sorrir, para te ver feliz. Ainda não consigo acreditar que o telefone não vai tocar todas as manhãs, a primeira das três ou quatro ligações do dia. Ou que nunca mais te poderei abraçar ou sentir o teu cheiro", começou por escrever a jornalista.
"Nem poderei encontrar refúgio em ti ou ouvir os teus conselhos, os conselhos que sempre me salvaram. Acho que o mais difícil é que a vida continua como se nada tivesse acontecido, porque para mim é como se o mundo tivesse parado. Como se uma parte do meu corpo tivesse sido amputada. Eu sei que o que tu gostarias é que estivéssemos bem, por isso tento levantar-me todos os dias. Por isso não quero que a tristeza e a raiva que sinto agora me paralisem. Por isso aqui embaixo estamos mais unidos do que nunca, Irene [a irmã] , as crianças… Cuidamos uns dos outros da forma que tu gostarias", disse também Sara Carbonero.
"Mãe, onde quer que tu estejas, preciso que saibas que deixaste um vazio enorme porque eras uma mulher excepcional. Não tens ideia de quanto as pessoas te amavam e de como todos têm falado de ti nestes últimos dias. A igreja estava cheia. Todos os que tiveram a sorte de te conhecer descrevem-te como uma mulher boa, generosa, doce, corajosa e discreta. Uma mulher que nunca disse uma palavra ruim sobre ninguém, uma mulher sem preconceitos. Uma mulher que era puro amor e bondade, que se esforçava ao máximo pelos outros. [...] Que grande honra é ser sua filha", pode ler-se também nesta emotiva partilha.
Sara mostrou-se "confortada" por saber que a mãe está agora "num lugar melhor" e confessa que sabe que não vai haver "um dia em que não pense nela". "A tua memória viverá para sempre", referiu.
Por fim, a jornalista pediu um "sinal" para conseguir ter forças e aprender a viver sem a presença da progenitora. "Dói tanto", concluiu.

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