A saúde da princesa Mette- Marit da Noruega continua a piorar e esta prepara-se para avançar para um cirurgia de transplante pulmonar.
A mulher do príncipe Haakon não é vista publicamente desde 28 de janeiro, quando visitou a Biblioteca de Fredrikstad, a propósito do seu centenário.
Um porta-voz da Casa Real confirmou que os problemas de saúde de Mette- Marit são o motivo pelo qual ela tem estado afastada dos eventos e que, para já, ainda não tem compromissos oficiais agendados.
Guri Varpe, assessora de imprensa do palácio, declarou ao canal de televisão norueguesa TV2: "Como se sabe, a princesa herdeira sofre de fibrose pulmonar, uma doença crónica. Como comunicámos em dezembro, houve uma clara piora recente no seu estado de saúde, e os preparativos para uma avaliação de transplante de pulmão já começaram", referiu.
"A princesa herdeira tem necessidade de repousar e a sua agenda oficial é adaptada à sua condição de saúde", disse ainda.
Qual o diagnóstico da princesa Mette-Marit da Noruega?
Mette-Marit foi diagnosticada com fibrose pulmonar em 2018 e o seu quadro clínico tem piorado ao longo do tempo. Em outubro do ano passado precisou mesmo de fazer reabilitação pulmonar.
A princesa tem "cicatrizes nos pulmões" devido à condição de saúde, o que lhe traz uma "redução da absorção de oxigênio".
"Neste outono, Mette-Marit passou por diversos exames que mostraram um claro declínio na sua saúde. Portanto, os médicos do Rikshospitalet [Hospital Universitário de Oslo] iniciaram os preparativos para avaliar a sua elegibilidade para um transplante de pulmão", referiu o comunicado da casa real em dezembro de 2025.
Leia aqui o que é a fibrose pulmonar.
Apesar da doença da mulher, o príncipe herdeiro Haakon manteve os seus compromissos e visitou o Elcare Nordic em Kongsvinger, esta segunda-feira.
O julgamento de Marius Borg Hoiby, filho de Mette-Marit
O julgamento de Marius Borg continua a decorrer no tribunal distrital de Oslo, onde o jovem enfrenta 38 acusações, incluindo quatro de violação. Marius negou as acusações mais graves, incluindo as de agressão sexual.

Sem comentários:
Enviar um comentário