Kate Middleton é hoje uma mulher diferente e olha para a vida com outra perspectiva. A princesa de Gales passou por uma grande provação, o cancro, e teve que mudar algumas coisas na forma como encara a sua missão e, dois anos depois da doença, fez algumas alterações no estilo de vida.
A natureza ganhou uma importância extrema para a mulher de William. Kate já falou sobre o poder que a natureza teve na sua cura, tal como partilhou na sua série "Mãe Natureza", em 2025, refere a revista Hello!.
"Reflito sobre a profunda gratidão que sinto", confessou Kate no dia do seu 44.º aniversário. "Estar em comunhão com a natureza. Uma mestra silenciosa e uma voz suave que guia. Em memória, ajudando-nos a curar", referiu.
A princesa confessou que as caminhadas matinais no campo e o contacto com a natureza foram cruciais para a sua recuperação.
O álcool foi completamente eliminado sua sua vida. Durante a visita a uma cervejaria em Londres, no início deste mês, Kate recusou experimentar cerveja e sidra e optou por beber um refrigerante. "Desde o meu diagnóstico, não tenho bebido muito álcool. É algo que preciso de ter muito mais consciência agora", confessou.
No que diz respeito ao trabalho, Kate reduziu os compromissos oficiais durante o tratamento, tendo voltado ao ativo logo depois. Hoje em dia tem a agenda preenchida mas de forma mais "seletiva", refere Robert Jobson, autor do livro "Catherine, a Princesa de Gales: A Biografia". "O ano passado foi de sobrevivência e recuperação, com Catherine a escolher os seus momentos e abrandando o seu ritmo. Este ano, espero que Catherine cumpra mais compromissos, mas seja seletiva", referiu o autor numa entrevista à revista Hello!.
A princesa de Gales focou-se também em coisas positivas e na criatividade. Em janeiro, Kate viajou para o norte da Inglaterra e participou de três compromissos, todos focados "no poder curativo da criatividade, da comunidade e da natureza" para indivíduos que experienciaram traumas, isolamento e problemas de saúde mental.
A mulher de William conheceu o terapeuta Stuart Murray-Borbjerg, que lhe deu a conhecer a importância das abordagens não verbais na terapia, usando ferramentas como a arte, música e o movimento para expressar sentimentos.
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