Governo do Senegal ACUSA CAF de corrupção, exige investigação INTERNACIONAL e promete levar caso até as últimas consequências



O Senegal rejeita liminarmente esta tentativa injustificada de expropriação", referiu a porta-voz do governo, Marie Rose Khady Fatou Faye, considerando as medidas da CAF "especialmente graves" e "ilegais".


A tomada de posição surge um dia depois de a CAF ter retirado o título da Taça das Nações Africanas ao Senegal, que tinha vencido a final de 18 de janeiro, em Rabat, diante de Marrocos, num jogo com muita polémica.

A CAF decidiu agora punir o Senegal, face aos incidentes que ocorreram durante a final da competição, nomeadamente perante o facto de os senegaleses terem chegado a abandonar o relvado.

Já nos descontos no tempo regulamentar, os jogadores do Senegal saíram para os balneários, em protesto pela marcação de uma grande penalidade a favorecer Marrocos, mas que o marroquino Brahim Díaz acabaria por falhar.

No prolongamento, foi o Senegal a adiantar-se no marcador, com Pape Gueye marcou o único tento do encontro e a conseguir que os senegaleses alcançassem algo raro em 35 edições da prova, ao vencer a final frente ao anfitrião.

Perante toda a situação, a Federação do Senegal afirmou já hoje que vai recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto, em Lausana, e o governo quer uma investigação internacional, além de afirmar que também recorrerá para os tribunais internacionais.