Apesar de ter nascido na Guiné-Bissau, Eduardo Madeira viveu alguns anos em Coimbra quando era criança e por isso não deixa de 'sentir na pele' as notícias que nos chegam desta região do país.
Numa publicação que fez na sua página de Instagram, o comediante partilhou um desabado sofre as consequências do mau tempo que tem permanecido nas últimas semanas em Portugal, sobretudo a recente notícia de um tabuleiro do viaduto da A1 que desabou em Coimbra na sequência do rompimento do dique nos Casais.
"Coimbra é a minha terra? O meu pai é de Coimbra. Tenho família em Coimbra, Condeixa e Soure. Vivi em Coimbra entre os 2 e os 13 anos. Fiz férias na Figueira da Foz. Fiz férias em São Pedro de Moel. O meu segundo clube é a Académica.
Sofro com o que vejo por ser português. E sofro por ser de Coimbra. Sim, sou de Coimbra. Sou também de outros sítios, mas serei sempre de Coimbra.
Cenário pós-apocalíptico este por todo o país. O corte da A1 é o símbolo maior desta tragédia", pode ler-se na partilha que o comediante fez na rede social, onde acrescentou uma fotografia precisamente do tabuleiro que desabou na referida região do país.
Reparação do troço da A1 irá demorar "várias semanas"
De referir que o ministro das Infra-estruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que serão precisas "várias semanas" para reparar o troço da A1 que desabou.
A rutura na infra-estrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, como explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.
O dirigente acrescentou que, "enquanto as águas não descerem não se pode fazer a intervenção de fundo".

Sem comentários:
Enviar um comentário