Harry Styles participou no programa "Royal Court" de Brittany Broski, que foi para o ar na quarta-feira, dia 25 de fevereiro, e acabou por revelar curiosidades inusitadas.
Após menção ao tema "Music for a Sushi Restaurant", o cantor foi questionado sobre que outros lugares mereciam uma música. A resposta do artista surpreendeu: o crematório.
"Gosto muito de músicas sobre a cremação", confessou Harry Styles, de 32 anos, explicando depois a sua partilha.
"Lembro-me de estar no funeral da minha avó, e quando a música começou a tocar, ouviu-se «the long and winding road» [fazendo referência à música dos Beatles], e isso fez-me rir", contou.
"Parece inadequado", continuou. "E depois comecei a pensar em músicas inapropriadas para a cremação... e entusiasmei-me."
O cantor tem até uma playlist para um momento de cremação. "Relight My Fire", de Dan Hartman, "Disco Inferno", do The Trammps, e "Ring of Fire", de Johnny Cash, são temas que fazem parte dessa mesma lista.
De lembrar que Harry Styles está neste momento a promover o próximo álbum, "Kiss All The Time. Disco, Occasionally", que será lançado a 6 de março. Aliás, esta foi a razão da sua ida ao programa "Royal Court".
Quando esteve na Hits Radio, o cantor explicou que o título deste que é o seu quarto álbum de estúdio é "como um mantra de vida", observando que "não podemos" estar sempre na discoteca.
"Amar e viver a vida com amor, fazendo pausas de vez em quando para nos divertirmos, é uma ótima maneira de encarar a vida. Foi assim que me senti nos últimos anos, e isso resultou nas mudanças positivas na minha vida."
Harry Styles vai iniciar a sua próxima digressão, "Together, Together", em maio. Começará em Amesterdão e irá fazer paragem em muitas outras cidades, como Londres, São Paulo, Cidade do México, Nova Iorque, Melbourne e Sydney. Ao todo, o artista irá dar 50 espetáculos.
Após seguir a solo, Harry Styles confessa: "Senti-me muito sozinho"
Numa outra entrevista recente, Harry Styles recordou a fase em que deixou os One Direction e dedicou-se à carreira a solo. "Quando estás numa banda com outras quatro pessoas, há muito espaço para te esconder. Há um limite para o peso que carregas nos ombros. Nas primeiras vezes que subi ao palco [sem os One Direction], pensava: «O que eu faço com as minhas mãos?»", confessou.
"Mas também me senti muito sozinho de repente. Tive a sorte de ter a oportunidade de encontrar pessoas interessadas no que eu ia criar, mas coloquei muita pressão em mim mesmo, querendo que tudo corresse bem", lembrou também.

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