Halle Berry Sobre a Menopausa: "Estamos a Transformar-nos na Nossa Melhor Versão!"



Halle Berry sente que as mulheres não estão a "regredir", mas sim a "evoluir" e hoje em dia veem e vivem a menopausa de uma forma diferente. 


Ao participar numa conferência de bem-estar, a atriz, de 59 anos, explicou que a menopausa levou-a a ajustar a sua rotina de exercício e também a alterar a sua alimentação. Sendo que foi diagnosticada com diabetes tipo 2, diz a People, a estrela de Hollywood já tinha um certo cuidado. 

Além disso, Halle Berry partilhou que está em terapia hormonal há quase quatro anos e que a medicação "ajudou-a em cerca de 50 a 60% durante o processo". 

"Ajudou-me a dormir um pouco melhor. Fiquei um bocadinho menos irritada. Melhorou um bocadinho a parte de conseguir lembrar-me  das coisas melhor, mas não resolveu tudo", disse, realçando também que a medicação "só era eficaz se o seu corpo estivesse saudável".

"Tive que mudar a minha alimentação", explicou. "Percebi que, nessa fase da minha vida, aquilo já não funcionava para mim. Precisava de um pouco de carboidratos. Precisava de comer mais fibras. Precisava de mais proteínas", detalhou ao referir-se à mudança que fez na alimentação após entrar na menopausa. 

No que ao exercício físico diz respeito, a fundadora da empresa de bem-estar feminino Respin Health disse que percebeu que "não precisava mais de tanto exercício aeróbico como antes". "Precisava de levantar pesos (mais pesados), algo que nunca tinha feito antes."

A People refere que há pesquisas que mostram que levantar pesos pode ajudar a aumentar a densidade óssea e reduzir o risco de doenças pós-menopausa, como a osteoporose.

"Tinha que mudar completamente a forma como conduzia a minha vida diária. Por isso, percebi que este novo corpo era a melhor versão de mim mesma. Muitas vezes pensamos: «Meu Deus, estamos a ficar mais velhos e meio que a regredir», mas não estamos a regredir quando sabemos o que fazer - estamos a evoluir, estamos a tornar-nos na melhor versão de nós mesmos."

"Precisamos apenas de saber como apoiar este novo corpo, este novo lugar em que nos encontramos, e não se trata de uma doença, mas sim de uma transição natural da vida que precisa de ser apoiada por terapias e informações baseadas em evidências", disse ainda.