A empresária e influenciadora Fabiana Justus, de 39 anos, usou as redes sociais nesta quinta-feira (20) para compartilhar uma notícia triste com seus seguidores: a morte de sua avó materna, Celia Chryzman. Em um relato sensível e cheio de afeto, ela se despediu de “Celinha”, como a chamava carinhosamente, e falou sobre a dor da perda e o legado deixado pela matriarca da família.
“Minha linda avó se foi… e está doendo tanto”, escreveu Fabiana logo no início da homenagem. A empresária revelou que acreditava que a avó ultrapassaria os 100 anos, destacando a vitalidade, a força e a “beleza surreal” que sempre a acompanharam ao longo da vida. “Deus a quis ao lado Dele antes do que eu imaginava. Para nós, fica uma saudade imensa e um legado que atravessa gerações”, declarou.
Conexão especial e memórias afetivas
Na publicação, Fabiana relembrou a ligação profunda que mantinha com a avó e afirmou que sempre se viu muito nela. Entre as memórias guardadas com carinho, citou o cheiro, a voz doce e as conversas tranquilas que costumavam ter. “Guardo comigo o cheirinho dela, o carinho, a voz doce que eu amava ouvir”, escreveu.
A empresária fez questão de ressaltar que a força de Celinha ia muito além da aparência. “Essa mulher perfeita que vocês veem por fora não representa nem um pedacinho do que ela era por dentro”, afirmou, destacando características como generosidade, determinação e amor pela família.
Bisavó presente e dedicada
Outro ponto destacado por Fabiana foi o papel ativo da avó como bisavó. Segundo ela, Celinha era do tipo que se entregava completamente aos momentos com os pequenos. “Do tipo que deitava no chão para brincar, rolava com eles, ficava horas ali, inteira, presente. Um amor que transbordava”, contou, emocionada.
Ao encerrar a mensagem, a empresária agradeceu pelos ensinamentos e reforçou a declaração de amor: “Obrigada por tudo. Eu te amo para sempre.”
Homenagem de Roberto Justus
Nos comentários da publicação, o empresário Roberto Justus, pai de Fabiana, também lamentou a morte de Celinha e deixou palavras de carinho. Ele relembrou o período em que foi genro da matriarca e destacou sua personalidade marcante.
“Celinha querida! Foi minha sogra por quase uma década! Sempre gentil, pessoa do bem, amada por todos! Uma mulher que serviu de exemplo por ser determinada e apaixonada pela vida! Vai fazer muita falta…”, escreveu.

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