Catarina Gouveia Chocada Com Agressões em Creche de Carnide: "Sinto-me Doente"

 



Catarina Gouveia não ficou indiferente à notícia sobre as alegadas agressões decorridas numa creche em Carnide, Lisboa, por parte de funcionárias. 


A influencer, que é mãe de Esperança, de três anos de idade, mostrou-se chocada pelos relatos que os pais destas crianças fizeram e colocou a hipótese de haver câmaras de vigilância a proteger os mais novos.

"Sinto-me doente depois de ver todas estas notícias. Lamento profundamente pelas mães, pelos pais, por todas as pessoas que amam estas crianças, mas lamento ainda mais pelos seres mais amorosos, desprotegidos e indefesos, que existem à face da Terra, as nossas crianças", começou por dizer a influencer.

"Eu vou ao banco, estou a ser filmada. Eu vou ao centro comercial, estou a ser filmada. Estou no aeroporto, estou a ser filmada. Estou no supermercado, estou a ser filmada. Estou nas portagens, estou a ser filmada. Estou no metro, estou a ser filmada. Estou no hospital, estou a ser filmada. Estou a ser filmada, para estar protegida. Pelo menos, assim creio", explicou ainda.

"Aceitamos ser filmados para proteger bens e «património», mas quando se trata de proteger crianças, hesitamos e falamos em privacidade. O que diz isso sobre as nossas prioridades? Entre a privacidade e a segurança e o bem estar das crianças, a escolha de uma sociedade inteligente devia ser óbvia", concluiu ainda. 

 

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                                                                              © Instagram - Catarina Gouveia

  
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O que aconteceu na creche Academia Sonhar e Crescer em Carnide?

De acordo com as notícias desta terça-feira, 19 de fevereiro, o Ministério Público (MP) já abriu uma investigação ao caso dos alegados maus-tratos na creche. A investigação foi confirmada pela Procuradoria Geral da República (PGR) ao Notícias ao Minuto.

As suspeitas foram conhecidas esta segunda-feira, depois de familiares de algumas crianças que frequentam a creche se terem concentrado à porta do espaço para impedir que este abrisse portas. Estes familiares traziam cartazes onde era possível ver as imagens das alegadas agressões. Os relatos são chocantes e incluem "chapadas", um "traumatismo craniano", e uma menina que foi "amarrada" durante horas.  

A Divisão de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública (PSP) esteve no local na terça-feira, a "recolher provas" dos alegados episódios de maus-tratos.