A condição se chama difallia e é extremamente rara, estimada em 1 caso para cada 5 a 6 milhões de nascimentos no mundo. Acontece durante o desenvolvimento fetal quando o tubérculo genital se divide em vez de se formar normalmente.
Neste caso específico, os médicos avaliaram qual dos dois órgãos era completamente funcional e removeram o maior cirurgicamente, garantindo o desenvolvimento urinário e reprodutivo saudável da criança. A intervenção precoce é fundamental para evitar complicações ao longo prazo.

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