Costuma controlar os níveis de colesterol? Olhe que pode estar associado a outro tipo de problemas e é importante estar a par. Se costuma ter os valores elevados, existe um alimento barato que pode ajudar a reduzir em apenas quatro semanas. Saiba o que tem de comprar, e consumir, mais vezes.
Segundo a enfermeira Cheryl Lythgoe, em declarações ao Express, a beringela pode trazer vários benefícios, entre eles a redução do colesterol. “As beringelas são um vegetal saboroso que pode ser facilmente adicionado a muitos dos pratos que mais gosta.”
Colesterol: Alimento barato pode ser a solução
Conta que pode impedir que parte do colesterol seja absorvido pelos intestino e que entre na corrente sanguínea, o que acaba por ser prejudicial. Um estudo da Sociedade Brasileira de Cardiologia, mostrou que pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol em apenas quatro semanas.
A investigação foi feita em animais, nomeadamente coelhos. Foram divididos em grupos. Um deles recebeu 10 ml de sumo de beringela por dia. As conclusões apontaram para uma redução do peso e dos níveis de colesterol.
Colesterol perigosamente alto? Nutricionista indica o que comer e evitar
colesterol não é o mau da fita que todos pensam. Na realidade, é uma gordura produzida pelo organismo e que é essencial na produção de hormonas, vitamina D e ácidos biliares. A alimentação diária trata do resto. Todavia, pode causar estragos quando está em excesso.
Na rede social Instagram, a nutricionista Ana Rita Campos indica os alimentos a privilegiar e a evitar:
Os dois tipos de colesterol
De recordar que existem dois tipos de colesterol: o HDL (lipoproteína de alta densidade) e o LDL (lipoproteínas de densidade baixa). O primeiro, também conhecido como 'bom colesterol', é responsável pela eliminação de colesterol em excesso do sangue e do que se encontra depositado nas artérias, transportando de volta para o fígado, onde é eliminado. Já o LDL, o 'mau colesterol', transporta o colesterol do fígado para os tecidos onde este poderá ser utilizado. Quando está em excesso é um fator de risco relevante das doenças cardiovasculares.

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