Durante a sua participação num podcast, o kudurista Jurista fez declarações polémicas ao comentar o apoio financeiro prestado por membros do grupo SOS após o falecimento do artista Mano Chaba.
Segundo Jurista, ele próprio teria preparado 500 mil kwanzas para ajudar nas despesas decorrentes do óbito e questionou os restantes membros do grupo sobre as suas contribuições. De acordo com o relato, a resposta foi de que todos aguardavam pelo “CEO Deezy”, que supostamente assumiria a responsabilidade pelo apoio financeiro.
Jurista afirmou ainda que, após a chegada de Deezy de Portugal a Angola, o rapper teria declarado que a sua relação com Mano Chaba era baseada apenas no amor e que nunca beneficiou financeiramente do artista. Ainda assim, segundo Jurista, a contribuição de Deezy teria sido de apenas 100 euros, valor que gerou espanto e críticas entre internautas e fãs do grupo.
As declarações reacenderam debates nas redes sociais sobre responsabilidade, solidariedade no meio artístico e o papel das lideranças em momentos delicados como a perda de um colega.

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