Indignação: Suspeito De Matar Jovem Ryana É Ouvido E Liberado Pelo Delegado



Ryana, uma jovem de apenas 18 anos, foi sufocada até a morte com um mata-leão por um motorista de aplicativo, que levou seu corpo até a delegacia, confessou o crime e foi LIBERADO pelo delegado.

Estou denunciando, ao Ministério Público Estadual, o assassino e o delegado.

Além disso, estou oficiando a Polícia Civil, a Secretaria de Segurança Pública e o governo do Estado da Bahia cobrando esclarecimentos.

É inconcebível que um delegado não faça a prisão em flagrante de um ASSASSINO que levou um CORPO até uma delegacia porque ele foi "bonzinho", confessou o crime e jurou de dedinho que vai se comportar.

Vamos refletir por um mísero instante: se uma pessoa matasse um colega de trabalho, um vizinho, um idoso ou uma criança, levasse o corpo até a delegacia e confessasse, ela seria liberada?

É LÓGICO que não.

Porque não deveria. Confissão não afasta flagrante, assassinato é assassinato e, na nossa Lei, não existe vida humana que valha mais do que a outra. E uma pessoa capaz de matar não deve ser instantaneamente liberada.

Mas Ryana era uma mulher trans. E o assassino confessou e falou seu motivo: ele a contratou para um programa e tinha medo de que o caso fosse exposto. Pro assassino, isso foi uma "legítima defesa".

E, pro Delegado, isso foi o suficiente para liberá-lo.

É, ou não é, um caso de transfobia institucionalizada?

É, ou não é, a Polícia Civil da Bahia dizendo que está tudo bem matar determinadas pessoas?

Que o assassino seja preso e a conduta do Delegado devidamente investigada.