Recentemente, Sofia Aparício esteve no centro das atenções por causa da flotilha humanitária que integrou, que pretendia levar bens alimentares e primeiros socorros aos palestinianos. À conversa com André Filipe Oliveira, no podcast A Esperança Atrás do Muro, a atriz e ativista revelou como lida atualmente com a exposição mediática.
"Para mim, a exposição é uma consequência do meu trabalho. Durante muito tempo, dizia que era uma fatura por fazer uma coisa que gostava. Hoje em dia já não a vejo como uma fatura, ou seja, é uma consequência daquilo que eu faço", começou por explicar.
E eis que acabou por confessar como aprendeu a lidar com o mediatismo. "Acho que ao longo da vida fui aprendendo a lidar com ela de uma maneira com a qual eu vivo confortável. Não critico nada a pessoa que só quer fama. Cada um tem os seus objetivos, desde que não passe por cima de ninguém, que não faça mal a ninguém", referiu.
"Se a pessoa quer ser famosa, apesar de não ser baseada em trabalho, nem em talento, nem em qualidades intelectuais, só ser famosa por ser famosa, que seja, que faça por isso. Não tenho nada contra. Eu nunca quis, eu sempre quis ser a mosca na sala. [...] A exposição pública é uma coisa que eu hoje em dia uso em prol daquilo que eu quero", acrescentou ainda.
Por fim, deu mais detalhes sobre a forma como usa a sua exposição pública. "Pode ser para promover um trabalho meu, neste caso foi para falar de uma causa com a qual eu sou solidária e na qual trabalho. Nem todos os trabalhos humanitários e sociais que faço requerem esta exposição, felizmente", completou.

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