Conheça a Brasileira Que Disse Ter Sido Ab𝒰sada Por Jeffrey Epstein – Revelações Explosivas!



A brasileira Marina Lacerda, de 37 anos, revelou publicamente sua identidade como uma das sobreviventes do falecido predador sex𝒰al Jeffrey Epstein.


Em entrevista à ABC News e durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (3) em frente ao Capitólio, Lacerda detalhou pela primeira vez os anos de ab𝒰so que sofreu nas mãos do bilionário, que começaram quando ela tinha apenas 14 anos.


“Foi do trabalho dos sonhos ao pior pesadelo”, declarou Lacerda ao descrever como foi recrutada para o círculo íntimo de Epstein. A brasileira vivia de forma precária em Nova York quando uma amiga do bairro lhe ofereceu US$ 300 para fazer uma massagem em um “cara”. Esse “cara” era o financeiro bilionário Jeffrey Epstein, e a massagem, a porta de entrada para um inferno particular.


“Quando ele tem alguém novo em sua vida, ele gosta de ver muito essa pessoa. Então eu fui lá algumas vezes e isso levou a, infelizmente, ele me forçar a fazer sex0 com ele”, relatou Lacerda à ABC.


A adolescente Marina, que dividia seu tempo entre três empregos para ajudar a sustentar a família, rapidamente se viu envolvida na rede de meninas recrutadas no Queens para frequentar a mansão de Epstein. Seduzida pela promessa de dinheiro e uma vida melhor, ela recebeu milhares de dólares e, enredada pela ilusão de oportunidades, abandonou a escola para se dedicar integralmente a “trabalhar” para ele.


O pesadelo, no entanto, durou até seus aproximadamente 17 anos, quando, segundo seu relato, Epstein a dispensou cruelmente, afirmando que ela já estava “velha demais”.


Lacerda já era conhecida das autoridades, identificada nos autos judiciais pela alcunha sombria de “Vítima Menor Número 1”. Ela revelou que o FBI bateu à sua porta pela primeira vez em 2008, quando ela tinha 17 anos. Assustada e vivendo com colegas de idade similar, sua primeira reação foi ligar para Epstein, que imediatamente lhe forneceu um advogado. O caso, então, silenciou.


Onze anos depois, em 2019, com a nova investigação que levaria à prisão e à morte de Epstein, o FBI retornou. Desta vez, Marina encontrou a força para falar. “Eu teria me sentido muito melhor hoje se eu pudesse ter falado em 2008. Se tivessem me dado a chance de falar, essas mulheres não teriam passado por isso”, declarou, em uma dolorosa reflexão sobre as vítimas que poderiam ter sido poupadas.


Ao lado de outras oito sobreviventes, Marina Lacerda marchou até o Congresso Americano para exigir transparência total e a divulgação de todos os documentos relacionados ao caso Epstein. “É algo não só pelas vítimas, mas para o povo americano”, defendeu.


A brasileira também compartilhou um momento profundamente pessoal: a decisão de contar à sua jovem filha sobre o trauma que viveu. A inocência da criança resultou em um resposta que, mesmo tingida de dor, trouxe um lampejo de leveza: “Mãe, você é casca-grossa”..